Banalização Seletiva do Crime

É impressionante como nossa sociedade aceita bem crimes praticados por um e condena veementemente quando este mesmo crime é praticado por outros.

Um bom exemplo disso é a “Formação de Quadrilha”, crime tipificado no código penal brasileiro, passível de prisão e demais sanções previstas em lei.

Para entendermos melhor o que é a Formação de Quadrilha vamos recorrer ao Código Penal Brasileiro (CPB):

O artigo 288 do CPB tem a seguinte redação – “Associarem-se 3 (três) ou mais pessoas, para o fim específico de cometer crimes: Pena – reclusão, de 1 (um) a 3 (três) anos. Parágrafo único. A pena aumenta-se até a metade se a associação é armada ou se houver a participação de criança ou adolescente.”

Vamos continuar a linha de raciocínio já sabemos que quando mais de duas pessoas se associam para cometer um crime isso é Formação de Quadrilha, agora vamos ao crime.

Invasão de propriedade privada ainda é crime no Brasil, está previsto no artigo 161 do CPB.

Há algum tempo se tornou corriqueiro a notícia de que MST, MTST, FNL invadiram propriedade privada, depredaram, mataram animais etc.

Como isso é um crime e feito por pessoas que se associaram para comete-lo, já temos a Formação de Quadrilha, que como bem diz o artigo 288 essa pena é aumentada quando da utilização de armas, o que também é corriqueiro nestes crimes.

Mas a banalização não para por aí, Rainha Junior, ex-dirigente do MST, é um cidadão condenado a mais de 30 anos de prisão por crimes como extorsão, formação de quadrilha e estelionato e estranhamente continua liderando “movimentos sociais” que continuam praticando crimes.

Até quando você, cidadão de bem vai tolerar isso?

Por Notíciativa

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